Quando a criança precisa receber hormônio do crescimento?

Por Dra. Vanessa Radonsky, endocrinopediatria 

 

Essa é uma das principais dúvidas do consultório da Dra. Vanessa Radonsky, endocrinopediatria da Croce, clínica especializada no diagnóstico e tratamento nas áreas de Endocrinologia, Alergia, Imunologia, Otorrinolaringologia e Reumatologia.

A especialista explica que, em primeiro lugar, é necessário fazer uma avaliação criteriosa, incluindo exames clínicos, avaliação da velocidade de crescimento, exames laboratoriais e um específico para saber a maturidade óssea da criança.

“É preciso se atentar quantos centímetros a criança está crescendo. Por exemplo, até a puberdade, ela deve crescer entre 5 e 7 cm por ano. A menina durante a adolescência, deve crescer em média 9 cm e o menino 10 cm por ano”, explica Dra. Vanessa.

O hormônio do crescimento age na cartilagem de crescimento, promovendo a formação de células do osso e, consequentemente, o crescimento. O primeiro sinal de que algo está errado, já pode ser percebido durante a consulta de rotina com o pediatra, que faz o acompanhamento por meio da chamada curva de crescimento.

Dra. Vanessa explica que criança abaixo da curva de crescimento deve ser avaliada pelo endocrinopediatria. “Quando ela começa a ser comparada com os amigos da mesma idade, mostrando que está mais baixa, é outro indicativo para procurar por um especialista”, aponta a médica da Croce.

A deficiência de crescimento pode ocorrer por déficit do hormônio ou em decorrência de outras doenças, como hipotireoidismo, doença hematológica e cardiológica são algumas delas. O diagnóstico deve ser feiro por endocrinopediatria e de forma individualizada.

 

Sobre a Clínica Croce – Formada por especialistas da USP e UNIFESP, desde 1973 a Clínica Croce oferece diagnóstico e tratamento nas áreas de Alergia, Imunologia, Endocrinologia, Endocrinologia Pediátrica, Otorrinolaringologia e Reumatologia.

Fundada pelo Prof. Dr. Júlio Croce, um dos primeiros médicos da Universidade de São Paulo a fazer especialização no tratamento das doenças alérgicas no Brasil e um dos fundadores da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Em 1998, ele passou a direção clínica para o Prof. Dr. Fábio F. Morato Castro, que implantou o Centro de Imunizações.

www.clinicacroce.com.br