Menina prende cabelo no gira-gira e fica gravemente ferida. Confira depoimentos. #QueroMeuParquinhoSeguro

Roberta Manreza Publicado em 02/07/2016, às 00h00 - Atualizado às 10h09

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2 de julho de 2016


Portal Papo de Mãe

Brincar é fundamental para o desenvolvimento saudável das crianças, e neste sentido os  parquinhos são uma opção certa de divertimento. Brincar em playgrounds estimula o desenvolvimento da percepção corporal, do equilíbrio, da coordenação motora e a socialização dos pequenos.

Mas ninguém quer que essa atividade prazerosa se torne dolorosa devido a um acidente, não é mesmo?

Para garantir a segurança no brincar livre das crianças em todo o país, a Criança Segura e o Papo de Mãe lançaram a campanha “Quero meu parquinho seguro”, com o objetivo de cobrar das autoridades responsáveis que os parquinhos de todo o Brasil sejam planejados com o devido cuidado e recebam a manutenção adequada para evitar acidentes.

Veja no quadro como participar:

Depoimentos:

“Minha filha, Maria Eduarda, de 7 anos, ficou gravemente ferida em um parquinho da escola em que estuda em São José do Rio Preto, interior de São Paulo.  O brinquedo era novo e ela estava muito animada para experimentá-lo. O acidente aconteceu em fevereiro deste ano. O cabelo da Maria Eduarda ficou preso no gira-gira,  ela teve afundamento de crânio e precisou ser operada. Maria Eduarda ficou com uma paralisia facial no lado direito do rosto e não conseguia fechar o olho. Precisava ficar pingando colírio. Hoje, depois de cinco meses de tratamentos, ela não tem sequelas. Um milagre! #queromeuparquinhoseguro (Alessandra Correa dos Santos Peres, 36 anos, costureira).

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“Sou mãe de duas meninas, uma de 12 anos (Manuela)  e outra de 7 (Luiza). Em 2010, eu estava no parquinho do clube com a Manu, que estava brincando com uma amiguinha, e a Luiza, que estava no carrinho. Num dos brinquedos tinha umas correntes entre o escorregador para uma rampa. A Manu se agarrou nas correntes e caiu, batendo o rosto num mastro que segurava as correntes. Ela levou 18 pontos pertinho do olho. Por sorte não foi uma lesão mais séria.” #queromeuparquinhoseguro (Adriana Spinelli Prado, 43 anos, confeiteira, São Paulo/SP ) .  

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“Meu filho Ricardo, que hoje tem 13 anos, quando tinha uns 3 aninhos escorregou muito rápido num escorregador e não conseguiu para no final. Caiu de cara no chão e cortou o queixo. Resultado: 7 pontos. #queromeuparquinhoseguro (Christiane Bechara, mãe do Ricardo e da Ana Luisa, São Paulo/SP)

Christiane e os filhos Ana Luisa e Ricardo

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“Quando eu era pequena, fui num parquinho no Rio de Janeiro e eu estava de shorts. Daí fui naquele escorregador de metal e estava muito quente, mas meus pais não imaginavam que seria perigoso. Eu queimei os joelhos que ficaram em carne viva.”#queromeuparquinhoseguro (Yumi Miranda, mãe da Marina e da Letícia, São Paulo/SP)

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“Eu estava no parquinho do Parque Villa Lobos e vi que um menino quase caiu para trás do escorregador porque não tinha o lugar para apoiar o bumbum.” #Queromeuparquinhoseguro (Marina Miranda, 9 anos, São Paulo/SP)

Desenho que a Marina fez para descrever o escorregador

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“Sou de Curitiba. Há cinco anos, meu filho Rodrigo (hoje com 15), sofreu um acidente na cama elástica do parquinho de um buffet infantil. Ele estava no pula pula e, ao cair, bateu a boca nas molas que fazem a sustentação da base. Cortou a boca e precisou levar 10 pontos, além de vacina anti-tétano.” #queromeuparquinhoseguro (Stefania O. Lucchese, 4 filhos, Curitiba/PR).

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Participe você também! #queromeuparquinhoseguro




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